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Em artigo publicado no Jota, Diogo R. Coutinho e Beatriz Kira, do GDPP, analisam a interoperabilidade como ferramenta central para promover concorrência em mercados digitais organizados por grandes plataformas.
Os autores discutem como ecossistemas digitais tendem ao fechamento e à concentração de poder por gatekeepers e defendem que regras de interoperabilidade podem reduzir barreiras à entrada, ampliar a contestabilidade e estimular inovação. Para funcionar, porém, a medida precisa articular três dimensões: jurídica, tecnológica e econômica.
O texto dialoga com experiências recentes no Brasil e na União Europeia, mostrando como a interoperabilidade vem se consolidando como instrumento relevante de regulação concorrencial.
